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Webinar IPA: Masculinidades – 21 de Maio 2021

Webinar da IPA subordinado ao tema “Masculinidades”, pelas 17h (hora portuguesa) tendo como participantes Miguel Calmon du Pin e Almeida, Cândida Sé Holovko e  Rui Aragão Oliveira da SPP  e, como moderador, Carlos Gari Faria.

Para se inscrever basta aceder ao link abaixo indicado.

Registro (gotowebinar.com)


Webinar: Masculinidades   sexta-feira 21 de maio, 16:00-17:30 BST (Encontrará seu horário local na página de inscrição.)   This webinar will be hosted in Portuguese. Este seminário será realizado na língua portuguesa.   Moderador: Carlos Gari Faria Palestrantes: Miguel Calmon du Pin e Almeida, Cândida Sé Holovko, Rui Aragão Oliveira   Neste Webinar serão abordadas algumas questões ligadas à construção das diferentes masculinidades e suas possíveis vicissitudes, considerando que as diferentes concepções de “masculino” no homem estão impregnadas pelo que cada cultura determina como ideal de masculinidade e pelas inter-relações e impactos destes mandatos na construção das subjetividades.   Com isso, partindo da noção de que as masculinidades não podem ser pensadas em função de uma natureza essencial dos homens, mas que, ao contrário, é construída nos inter-jogos psíquicos com seus cuidadores, o objetivo deste Webinar é evocar uma reflexão sobre o tema da masculinidade levando em consideração a relação intrínseca entre sujeito e cultura.   Ademais, sabe-se que a comunicação enquadra os principais elementos do funcionamento inconsciente envolvidos na criação e organização interna de tal concepção. Logo, o inconsciente, o infantil, o traumático, o estranho, presentes em tudo o que somos e fazemos, para sua representação, para este necessário nó entre o coletivo e o individual, exigem a dupla presença expressa pelas funções materna e paterna.   Inscreva-se gratuitamente no link abaixo; se você não puder participar da sessão ao vivo, mas gostaria de receber uma cópia da gravação, por favor, continue a se inscrever para receber um link de acesso automaticamente em seu e-mail depois de terminado o seminário.    

Para mais informações, por favor visite o site da IPA, clique aqui.   Silvia Wajnbuch Coordenadora de Webinars   Romolo Petrini Presidente do Conselho Editorial do Site da IPA
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Consignação IRS 2021 – SPP

A Sociedade Portuguesa de Psicanálise, enquanto Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), solicitou anteriormente à Autoridade Tributária e Aduaneira, mais concretamente à Direção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares – IRS, benefício fiscal consignado no art.º 32 da Lei nº16/2001. Esta solicitação foi-lhe concedida.

Neste sentido, convidamos todos, que se assim o desejarem, ao preencher a vossa declaração de IRS, no Quandro 11 do anexo “Rosto” para preenchimento do Modelo 3 ou na área de “Pré Liquidação” para quem opte pelo IRS Automático, a identificar o nome da instituição como sendo a Sociedade Portuguesa de Psicanálise, cujo número de identificação de pessoa colectiva (NIPC) é: 501 169 431. A mesma não lhes trará custos, permitindo que 0,5% do imposto reverta a favor da nossa IPSS – Sociedade Portuguesa de Psicanálise.

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Grupo de Reflexão SPP 2020/2021 – “Adolescente e Jovem Adulto” por Ana Catarina Duarte Silva Candidaturas abertas: até de 25 Novembro 2020

O início da vida adulta coincide muitas vezes com a entrada para o mundo do trabalho e, para muitos, com o fim da vida académica, constitui-se como um período extremamente rico e dinâmico, cheio de potencial positivo, contendo, no entanto, a sua contra-parte de risco. A novidade das relações profissionais, com os pares, com as chefias, reactiva sentimentos mais antigos pré-edipianos e edipianos, emergindo nos jovens estados infantis e adolescentes da mente, que se por um lado podem ser fonte de criatividade, podem também incorrer para o pólo oposto, deixando os jovens confusos, perplexos e desencontrados. Isto, porque neste palco mental figuram as questões do narcisismo, da confirmação da auto-imagem e do sentimento de si, exigindo da parte do jovem adulto, a mobilização de recursos adquiridos durante o desenvolvimento psicossexual, nomeadamente nos movimentos de dependência, autonomia, separação e luto.

Por este período ser ainda bastante plástico e moldável, a compreensão psicanalítica dos processos internos em jogo neste tempo de mudança na vida de um jovem, possibilita um óptimo amparo para que este se encontre consigo próprio e com o Outro. A partir da análise das situações expostas, perceber e reflectir analíticamente a dinâmica das relações, contribui para o bom desenvolvimento do bem estar interno e externo do jovem, ao invés de o deixar preso e bloqueado a esta problemática, empobrecendo-o, e não o deixando crescer, amadurecer e enriquecer pelo aprender com a experiência, que estas novas vivências lhe podem trazer.

São estes os aspectos que proponho reflectir nas sessões de supervisão institucional, de forma a ilustrar a importância e a contemporaneidade do pensamento analítico para uma melhor compreensão das dinâmicas internas e externas do nosso contexto sócio-cultural vigente.

Participantes: Aberto a psicólogos, pedopsiquiatras, psiquiatras, assistentes sociais, educadores, terapeutas da fala, enfermeiros ou qualquer profissional que deseja um espaço de reflexão em termos psicodinâmicos;

Grupo: 6 a 10 participantes;

Local: Sede da SPP, presencial ou por Zoom de acordo com as indicações;

Duração/Regularidade: Início em Dezembro 2020, 8 sessões por ano lectivo, uma vez por mês, às 5 feiras, das 21h às 23h;

Pagamento: 15 €/participante/sessão, totalizando 120 €. Uma vez realizada a inscrição, o pagamento total será vinculativo podendo ser parcelado em três vezes: na inscrição, até final de Fevereiro e até final Maio.

Datas previstas: 10 Dezembro 2020; 7 Janeiro, 4 Fevereiro, 4 Março, 1 Abril, 6 Maio, 17 Junho, 1 Julho de 2021.

Candidatura: Envio de carta apresentação/motivação para o e-mail: sppsicanalise2013@gmail.com

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Da claustrofobia aos conflitos de casais: 64 psicanalistas dão apoio psicológico gratuito

O medo da morte e do isolamento são duas das preocupações partilhadas na nova linha telefónica

“Medo da claustrofobia, do isolamento e da morte, conflitos entre casais e pais sobrecarregados com teletrabalho, lides domésticas e filhos” são algumas das preocupações que já chegaram à nova linha telefónica de apoio psicológico da Sociedade Portuguesa de Psicanálise.

A rede gratuita (300 051 920), criada há poucos dias, tem 64 psicanalistas (psicólogos, pedopsiquiatras e psiquiatras) disponíveis para ajudarem as pessoas a lidarem com o novo coronavírus. Está aberta das 8:00 às 00.00 horas, todos os dias da semana e fins de semana.

A rede “Vira(l)Solidariedade” tem várias opções de atendimento, sendo a chamada encaminhada para psiquiatras ou pedopsiquiatras, conforme se trate de um adulto, adolescente ou criança a ligar. Qualquer pessoa pode telefonar o número de vezes que quiser e o apoio é anónimo e confidencial.

“Não podemos dar o nosso contacto e nenhum paciente fica a saber o nosso nome. O objetivo não é fazer um acompanhamento psicoterapêutico, mas prestar um apoio pontual a quem procura ajuda nesta situação de crise, ajudando, com meios e estratégias, a lidarem com o problema”, esclarece Luísa Branco Vicente, presidente da Sociedade Portuguesa de Psicanálise.

Com esta rede de apoio, pretende-se ainda ajudar as pessoas a desmistificarem boatos ou desinformação que tem surgido nesta crise pandémica. “Na própria angústia, as pessoas vão criando situações que não têm a ver com a realidade e é importante ajudá-las a desmontar isso e a protegerem-se. Estamos a ouvir e a criar um espaço de encontro acolhedor e potenciador de um maior bem-estar psíquico”, resume a também pedopsiquiatra.

A ideia de criar a linha de apoio surgiu há duas semanas quando, no final de uma consulta, uma criança lhe disse que “mais do que uma epidemia do vírus isto é uma epidemia do afeto”. “Tenho notado esta dificuldade e preocupação que as crianças têm de não se poderem beijar e tocar, e fiquei a pensar nisso. Têm-me transmitido também o medo da morte”, conta. “Um miúdo com dez anos, noutra consulta, viu que um adolescente de 14 anos morreu com Covid-19 e disse-me que não queria morrer“, exemplifica ainda.

Preocupada também com os pais destas crianças, que “estão a ter muitas dificuldades em falar com os filhos sobre este tema”, lançou o desafio aos sócios da Sociedade de Psicanálise para a criação da linha de apoio. “Em 48 horas 64 psicanalistas disponibilizaram-se para participarem nesta rede, voluntariamente, e criamos a linha com uma operadora de telecomunicações”, explica.

A pandemia que vivemos é uma situação nova e “foi muito repentina e violenta, mudando muita coisa nas nossas vidas”, explica. Muitos pais têm, por isso, sentido dificuldade em “transmitirem o que se passa com tranquilidade aos filhos”. “Estão sobrecarregados, a trabalhar em casa e atarefados com as lides domésticas, sem apoio dos avós e das escolas, e ainda preocupados com os pais deles. Ficam com pouca disponibilidade para os filhos, que é fundamental para que esta vivência em isolamento social não se torne algo traumático“, alerta.

O “medo da morte ou de ser contaminado, a claustrofobia e o isolamento” são algumas das preocupações partilhadas. “Começam também a surgir conflitos entre casais, que já não estavam bem e agora, com este confinar do espaço, estão a ter mais dificuldades“, conta. A linha tem recebido ainda chamadas de idosos e de técnicos de saúde. “Antes eram eles que protegiam as crianças e agora são elas que os protegem, porque podem ser transmissoras. Estão a sofrer uma situação muito violenta”, repara.

Ainda não há uma contabilização do número de chamadas recebidas até agora, mas Luísa Branco Vicente avança que têm recebido algumas com “mais de uma hora”. “Há pessoas que precisam de falar muito, que querem que encontremos resoluções para os problemas, e os telefonemas prolongam-se. Mas nós não resolvemos os problemas, tentamos só diminuir a angústia e a inquietação”, salienta.

https://www.jn.pt/nacional/da-claustrofobia-aos-conflitos-de-casais-64-psicanalistas-dao-apoio-psicologico-gratuito-12016508.html?fbclid=IwAR3dgB5fW6jrTD3Ywk7PIpm4r0OtB_kX_0r-5dJXM9Q7kcbvh8GQjmfBej

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Declaração da ESTSS sobre a COVID-19

O Centro de Trauma (do Centro de Estudos Sociais de Coimbra), entidade com a qual a SPP estabeleceu recentemente um protocolo, pediu-nos para divulgar a declaração da European Society for Traumatic Stress Studies (ESTSS).

Este documento, elaborado pelos membros do Board of Directors de ESTSS, entre os quais se encontra o Centro de Trauma, pretende contribuir para a consciencialização e prevenção do surto de COVID-19 bem como para a implementação de medidas de cooperação, apoio mútuo e solidariedade.

https://www.ces.uc.pt/centrodetrauma/index.php?id=14469&id_lingua=1&pag=28613

https://www.ces.uc.pt/centrodetrauma/index.php?id=14469&id_lingua=2&pag=28597