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A (louca) ousadia de criar

Desde pequena me recordo do misto de fascínio e medo que a loucura exercia em mim, sentimentos partilhados pelos companheiros de brincadeira, num tempo em que a rua era espaço de liberdade, e se brincava sem supervisão. Apesar da distância de segurança mantida essas figuras nunca passavam despercebidas. A salutar curiosidade infantil prevalecia. Continuar a ler A (louca) ousadia de criar

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Centenário do psicanalista português – Francisco Manuel Barreto Alvim (1917-2017)

A Sociedade Portuguesa de Psicanálise tem a satisfação de celebrar, este ano de 2017, o centenário de Francisco Alvim que foi um dos seus fundadores, o seu primeiro Presidente e o primeiro director da Revista Portuguesa de Psicanálise.  Continuar a ler Centenário do psicanalista português – Francisco Manuel Barreto Alvim (1917-2017)

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PORQUE DANÇA O CORPO …porque alguns não o sabem…

O corpo pode ser observado como um objeto transdisciplinar de intervenções e conhecimentos, muitas vezes alheios ao próprio sujeito, em que ritmos, músicas e danças se inscrevem numa linguagem única e numa arte de identidade polifacetada de movimentos e sentimentos.

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O olhar catastrófico do Homem

Face a um mundo que nos impõe um leque variado de fenómenos, seja numa escala global ou numa dimensão mais “caseira”, sentimo-nos desafiados a reflectir sobre a natureza da força e processos que estas situações exercem em nós, e no modo como interagimos com este mundo em constante transformação. Continuar a ler O olhar catastrófico do Homem

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Biblioteca Pedro Luzes

Há espaços que naturalmente nos transportam para atmosferas imaginárias. Mas, como pode um espaço pôr-nos em contacto com uma presença humana? Como podem livros falar-nos sobre alguém que não apenas o seu autor, o seu emaranhado silábico ou novelo narrativo? Como pode um ambiente fechado, silencioso, fazer-nos contactar com os movimentos de quem o desenhou, o alimentou, o viveu?

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O Mundo na mão do meu tio Elói

Na década de 80, quando Portugal vivia intensamente um contacto genuíno com a liberdade recentemente conquistada, as fronteiras dissipavam-se e as oportunidades multiplicavam-se. O acesso a informação e ao mercado de sofisticação tecnológica em franca expansão desencadeava um entusiasmo criativo, que evocava uma potencial e renovada esperança revolucionária. Continuar a ler O Mundo na mão do meu tio Elói