Quando as estrelas se apagam.
A 1 de Outubro chegou-nos a notícia de que morreu aos 94 anos, na sua residência no sul de França, o menino que cresceu por
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A obra de Freud mostra-nos uma ligação indissociável entre a sexualidade e a moralidade. A eliminação de uma levando ao desaparecimento da outra. Para Adorno,

O TEMPO, esse grande escultor Marguerite Yourcenar Kairos representa na mitologia grega o tempo existencial, subjetivo, qualitativo, essencialmente indeterminado, o tempo oportuno, por oposição a

“…passas em exposição, Passas sem ver teu vigia Catando a poesia que entornas no chão” O refrão buarquiano de suas Vitrines, de gigante impacto estético,
Trabalho num serviço público de tratamento de adições. Há dias numa reunião clínica discutíamos sobre psicoses tóxicas, a propósito de uma interessante comunicação apresentada no

As palavras “subjectivo”, “fantasia”, “ história” têm actualmente a conotação de algo que está de costas voltadas para a realidade. Dizer “isso é muito subjectivo”,

A psicanálise tem de ser entendida como uma hermenêutica da cultura,só assim ela se inscreve no movimento da cultura contemporânea e se constituiu como pilar

Uma fascite plantar, de início insidioso e assento persistente, acompanha-me há uns anos, caprichosa na dor aguda alternante. Três sessões por semana dão forma ao

Realizou-se em Florença, de 3 a 6 de Maio, a “13ª International Sandor Ferenczi Conference – Ferenczi in Our Time and A Renaissance of Psychoanalysis”.
O que é um livro enquanto objeto, senão o paradoxo de ser o espaço intelectual por excelência aliado a um prazer sensorial único, interlaçando ética
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.