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A fome, o amor e o mal-estar na civilização

“São a fome e o amor que movem o mundo”, palavras do poeta-filósofo Schiller.

Freud publica em 1930 ‘Mal-estar na civilização’, evidenciando este antagonismo entre os instintos e a civilização, numa espécie de relação inversa entre a civilização e o livre desenvolvimento dos impulsos. Continuar a ler A fome, o amor e o mal-estar na civilização

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A minha tia Alice, a dúvida e a procura da verdade

Desde pequeno que me extasiavam as estórias da tia Alice, de fino recorte narrativo, enunciado assertivo e precisão mnésica infalível. Recordo a atitude altiva, o perfil elegante e finamente mulheril, o sorriso malicioso e a expressão bondosa que “encumeava” uma personalidade magnânima. Continuar a ler A minha tia Alice, a dúvida e a procura da verdade

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E quando a psicanálise sai de casa…

No seu comunicado de Bom Ano Novo, Virginia Ungar identificou, como uma das prioridades da administração actual da IPA, a intensificação do contacto e da presença da psicanálise junto da comunidade.

Salientou a importância de os psicanalistas “saírem dos seus consultórios” para que a expansão da psicanálise também resulte em real contribuição para o confronto com problemáticas humanas de especial dificuldade, devastação e complexidade. Continuar a ler E quando a psicanálise sai de casa…