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Diário de bordo: A bordo do XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Psicanálise

Muito recentemente tive o privilégio de participar no último Congresso da FEBRAPSI (Federação Brasileira de Psicanálise) realizado em Fortaleza de 1 a 4 de novembro sob o complexo tema da Morte e Vida – novas configurações. Aventura motivada pelo desejo que reconheço intrínseco ao ofício do analista de encetar viagens a bordo da vida. Alma de viajante suponho – por territórios emocionais e paisagens de sensações e sentimentos, por lugares, pessoas antevendo, como Saramago (1997) tão bem enunciou precisarmos de sair de nós, alcançar o longe, o desconhecido, para chegar mais perto.  Continuar a ler Diário de bordo: A bordo do XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Psicanálise

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O que seria de nós sem os viajantes!

Transversal a toda a aprendizagem do Encontro, a interculturalidade é uma aprendizagem do singular-plural. E de um lugar terceiro: Eu, Outro e o que podemos construir em conjunto. Um espaço entre, onde coabitam raízes identitárias com florescências criativas por acontecer. Lugar de co-vivência, como diria Edgar Morin, de mestiçagens, alternativa ao pensamento binário, na linha de tensão entre o universal e o singular.   Continuar a ler O que seria de nós sem os viajantes!