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O que seria de nós sem os viajantes!

Transversal a toda a aprendizagem do Encontro, a interculturalidade é uma aprendizagem do singular-plural. E de um lugar terceiro: Eu, Outro e o que podemos construir em conjunto. Um espaço entre, onde coabitam raízes identitárias com florescências criativas por acontecer. Lugar de co-vivência, como diria Edgar Morin, de mestiçagens, alternativa ao pensamento binário, na linha de tensão entre o universal e o singular.   Continuar a ler O que seria de nós sem os viajantes!